sexta-feira, 20 de abril de 2012

Egóico.

És tão belo como a lua,
Impávido colosso.

És um escárnio escancarado
Do vil rosto humano.

És grande. Rômulo, César,
Napoleão, Guevara.

És um sumo filosófico
Do escrutínio de merda.

Força astronômica.

És um megalomaníaco.

- Não me chame, criança,
não quero ouvir meu nome.


Marcelo Burmann.

2 comentários:

Wesley Buleriano disse...

A poesia prevalece, como costuma dizer Fernando Anitelli.

Com açúcar, com afeto. disse...

Manu luxoooo

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