És tão belo como a lua,
Impávido colosso.
És um escárnio escancarado
Do vil rosto humano.
És grande. Rômulo, César,
Napoleão, Guevara.
És um sumo filosófico
Do escrutínio de merda.
Força astronômica.
És um megalomaníaco.
- Não me chame, criança,
não quero ouvir meu nome.
Marcelo Burmann.

2 comentários:
A poesia prevalece, como costuma dizer Fernando Anitelli.
Manu luxoooo
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